Ginásticas

Arthur Nory: “Para brigar por medalhas, você tem que ousar e ir para o tudo ou nada"



Arthur Nory tem só 22 anos e disputou os Jogos Olímpicos pela primeira vez. E a conquista do bronze, confessa o ginasta, foi impulsionada pelo apoio de sua família, que o acompanha muito de perto no ginásio durante sua apresentação: “Para mim foi muito emocionante, pois minha família não mora comigo, então eu queria que eles estivessem juntos comigo nesse momento. Me emocionei bastante quando vi eles no ginásio. A torcida deles dá aquele gás, foi fundamental”.

Adotando uma estratégia de risco na performance que lhe rendeu o terceiro lugar no pódio na final, Nory pontuou como a ambição tem que fazer parte da atitude dos atletas que querem vencer: “Para brigar por medalhas, você tem que ousar e ir para o tudo ou nada. Depois que peguei a final, passou aquele filme todo porque sempre me destaquei no solo mas na verdade estava mais preparado para a barra. Falei com o meu técnico e ele confiou em mim para buscarmos uma medalha. Acabou dando certo, arrisquei e acreditei nesse trabalho. Fui ambicioso”.

Ambos os medalhistas apostam na continuidade da ginástica artística brasileira como força importante nos Jogos de Tóquio, em 2020, mas Diego ressalta que “é mais eficiente focar em fazer o seu melhor do que desejar medalhas”, sem deixar de acreditar em resultados melhores do que os dos Jogos do Rio daqui a quatro anos.

Projetando até mesmo o que fazer depois do final da carreira, o veterano Hypolito revela que já se decidiu: “Sonho depois de Tóquio trabalhar com Jornalismo, porque com isso vamos dar a oportunidade de nosso povo entender que todos somos vitoriosos. Todos os atletas sentem dor, do último ao primeiro”.

Autor: Redação Ferreguion

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